
O lifting facial voltou a ganhar destaque entre os procedimentos estéticos procurados por pessoas que desejam melhorar o contorno do rosto e reduzir sinais mais avançados de flacidez. A técnica, realizada por cirurgião plástico, atua principalmente no reposicionamento de estruturas profundas da face e deve ser indicada após avaliação individual.
O envelhecimento da pele é um processo natural e faz parte das mudanças do corpo ao longo dos anos. Com o tempo, é comum ocorrer perda de firmeza, alteração do contorno facial, aprofundamento de marcas de expressão e flacidez em regiões como rosto e pescoço.
Entre as opções disponíveis na cirurgia plástica, o lifting facial aparece como um dos procedimentos mais conhecidos para tratar esses sinais. Segundo profissionais da área, a cirurgia pode proporcionar uma aparência mais descansada e rejuvenescida, com resultados que variam de acordo com a idade, características da pele, estrutura facial e cuidados adotados por cada paciente.
De acordo com o cirurgião plástico André Ahmed, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e do Colégio Brasileiro de Cirurgiões, a proposta atual do lifting facial é buscar um resultado mais natural.
“O reposicionamento das estruturas profundas da face por meio de pontos cirúrgicos é a estratégia principal, ao passo que a retirada de pele se faz de forma moderada, para se obter resultados mais naturais”, explica o médico.
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Quando o lifting facial pode ser indicado?
A indicação do lifting facial depende de uma avaliação médica detalhada. Em geral, o procedimento pode ser considerado em casos de flacidez mais evidente, marcas profundas, perda de definição do contorno facial e excesso de pele, inclusive na região do pescoço.
Por ser uma cirurgia, a escolha de um profissional habilitado é uma etapa essencial. O paciente deve buscar um cirurgião plástico qualificado, esclarecer dúvidas sobre riscos, recuperação, cicatrização e expectativas reais de resultado.
Em alguns casos, o lifting pode ser associado a outras técnicas para melhorar a harmonia facial. Segundo André Ahmed, procedimentos como enxerto de gordura em áreas específicas e lipoaspiração de submento, região popularmente conhecida como papada, podem ser indicados isoladamente ou combinados ao lifting no mesmo ato cirúrgico.
Quais resultados podem ser observados?
Quando bem indicado e realizado por profissional capacitado, o lifting facial pode contribuir para uma aparência mais firme e equilibrada. Entre os possíveis efeitos do procedimento estão:
Redução da flacidez facial;
Suavização de marcas e vincos mais profundos;
Melhora do sulco nasogeniano, conhecido como “bigode chinês”;
Reposicionamento de volume na região malar, chamada popularmente de maçã do rosto;
Melhora do contorno da mandíbula e do pescoço;
Resultado com aparência mais natural, quando a técnica é aplicada de forma adequada.
Resultado não interrompe o envelhecimento
Apesar dos avanços da cirurgia plástica, o lifting facial não interrompe o processo natural de envelhecimento. Por isso, os resultados não são permanentes e podem variar ao longo dos anos.
Cuidados com a pele, proteção solar, alimentação equilibrada, acompanhamento médico e hábitos saudáveis seguem sendo importantes antes e depois do procedimento.
Como qualquer cirurgia estética, o lifting facial exige avaliação individual, exames pré-operatórios e orientação especializada. A decisão deve considerar não apenas o desejo estético, mas também segurança, saúde geral e expectativas realistas.
Fonte: Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica














